Ela foi reencontrada.
O quê? – A Eternidade.
É o mar ido
Com o sol.
Alma sentinela,
Murmuremos a confissão
Da noite tão nula
E do dia em fogo.
De humanos sufrágios,
De comuns impulsos
Aí te liberas
E voas conforme.
Pois que de vós só,
Brasas de cetim,
O Dever se exala
Sem que se diga: enfim.
Aí não há esperança,
Nenhum orietur.
Ciência com paciência,
O suplício é certo.
Ela foi reencontrada.
O quê? – A Eternidade.
É o mar ido
Com o sol.
Arthur Rimbaud
Tradução gerada por Poésies 123 com o apoio do modelo de inteligência artificial deepseek-chat.
Texto publicado em Poésies 123: https://www.poesies123.com/pt/poema-a-eternidade-arthur-rimbaud/
