É preciso ouvir, amigos,
A palavra dos ancestrais.
– Nunca sejamos submissos!
Mas, de onde vêm todos os seres?
Portanto, por isso, posso ousar,
Através do imaginário,
Enviar-vos um beijo
De todo o meu coração, meu avô?
Fazíeis versos muito doces
Segundo o doce Teócrito,
» A Oaristys! » É de vós
Que, fazendo estes versos, herdo.
Charles Cros
Tradução gerada por Poésies 123 com o apoio do modelo de inteligência artificial deepseek-chat.
Texto publicado em Poésies 123: https://www.poesies123.com/pt/poema-a-grandpapa-charles-cros/
